terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Natação. Registos e o encontro com a consoante T de tio, de Tiago e de Tantos...

Terça feira dia 27

Hoje quando chegámos ao jardim tínhamos o autocarro à espera para nos levar  para a piscina.
Todos aceitaram a sua situação. Uns porque estavam doentinhos e não puderam ir para a água, outros porque iam para a piscina com o grupo pela primeira vez, e os mais velhos porque já sabiam o que os esperava.

A água estava excelente, os mais medrosos depressa descontraíram.
Voltámos bem dispostos e fresquinhos ( eheheh).

No período que se seguiu aproveitamos o bom tempo para brincar ao ar livre.

À tarde, os mais novos fizeram os registos da história de ontem e foi um sucesso. O Objetivo era representarem as personagens com as mesmas caraterísticas físicas das da história. A maioria conseguiu e surpreendeu. As ações são irrelevantes nas representações. O curioso para a maioria das crianças é que quatro significa muitas patas . O sapo tem em todas as representações das crianças enumeras patas.

O grupo dos mais velhos esteve a tentar descobrir palavras com a consoante 'T", "M"," P", "F" e as  vogais. Encontraram juntos as palavras "Mata", Pata, Tipo, Pato, PiPo, Toma, ...


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A história do principe sapo. Encontros e desencontros com a História "em busca da felicidade"

Segunda feira dia 26

Hoje o ponto alto do dia foi a História do príncipe sapo.
Esta foi a segunda história contada com os mesmos personagens da história "À procura da felicidade"
Este conto foi longo, com muitas ações embora os personagens sejam já conhecidos. 

Fomos procurar nesta história situações semelhantes com a que ouvimos há duas semanas. Encontraram!!!!
- Os mesmos animais na floresta encantada;
- Um animal ajuda sempre a transportar os personagens ao local onde se encontra a bruxa;
- Nas duas histórias há uma bruxa
- Nas duas histórias há uma floresta encantada.

Os locais/espaços  também são semelhantes.  

- Dentro do palacio
- Na floresta

O vestuário dos personagens são os mesmos

De registar também, o que cada criança valorizou na história.
Os mais novos fizeram dramatizações com os bonecos/personagens da história.

Outro momento importante que aqui vou deixar como apontamento foi o encontro com a maioria dos pais num workshop para em conjunto construirmos as nossas "roupas' de carnaval.













-

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Ajudar a não desistir...

Quinta feira dia 22

O quentinho da nossa sala anda a mudar um pouco as nossas rotinas.
Até todas as crianças chegarem por vezes já os primeiros estão na sala à 30, 35 minutos. Nesse tempo, brincam. Quando todas as crianças estão presentes sentamo-nos e conversamos.

Hoje verificámos que  as ultimas  máscaras ,  não estavam secas, adiámos para amanhã a sua pintura. Tiveram por isso  oportunidade de escolher atividades logo no primeiro momento.

A Carolina foi buscar um puzlle de 100 peças. Ao fim de 20 minutos estava ainda muito desorientada. Tentou mudar de atividade mas não deixei, incitei-a a ir mais longe. A Diana Madruga veio ajudar.

Na hora do lanche as peças que estavam alinhadas com a imagem eram poucas, por isso, arrumei-lhe o puzlle para darem continuidade mais tarde. Quando saiu do recreio (passado na sala) voltou novamente à atividade tendo a Diana  M. saído e entrado a Diana Ribeiro. 

Passado uma 1 hora e 30 o puzzle estava quase terminado.

Conclusão: Se tivesse deixado desistir, estas crianças nunca teriam tido o prazer de tarefa terminada. De obstáculos ultrapassados.

O Guilherme teve muito ativo com os amigos Gonçalos a descobrir palavras com os fonemas F,P,M e as vogais.

Os meninos mais novos fizeram um jogo de memória com a educadora a orientar. As peças eram muitas, são cerca de 15 frutos a dobrar.
O Gonçalo Maurício também pretendeu dar o jogo por terminado mas, insisti que continuasse. A Inês O Simão, A Mónica e a Beatriz estavam entusiasmadas. O Gonçalo encheu-se de energia e conseguiu ganhar o jogo.  Juntou 5 pares. 

Noto nas minhas crianças que desistem facilmente perante o primeiro obstáculo. Temos que dar força e insistir sempre, para chegarem à próxima etapa.

Muitas vezes, quando não estão sobe atividades orientadas sentem-se perdidos, não tendo iniciativa para se ocuparem. Uma criança que se sabe ocupar sem ajuda do adulto tem muito mais autonomia inteletual do que uma dependente. Pretendo que esta fase passe, encorajando-os a seguirem os seus projetos. 



quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Numerais ordinais e numerais cardinais. As marchas de carnaval


   Quarta feira dia 21

Hoje a conversa da manhã foi rápida, brincámos depois com os algarismos. 
'Quem é o vizinho do algarismo 3?"
 A esta pergunta surgiu a resposta "4".
 E o 2 não é vizinho? " 
É é!
De 1 a 10 a maioria das crianças identificaram a "vizinhança".

Mudou- se depois o jogo para um nível a cima. 
- Quem é o vizinho maior de 3?
- E o vizinho menor?

Passámo depois para os numerais ordinais ( indicam o numero de ordem, posição ou lugar numa série.) É esta experiência que aqui vos quero deixar hoje. 
As crianças mais velhas  sabem a "cantilena " do primeio segundo terceiro, até ao decimo . As mais novas deram resposta até ao sexto.
Pedi-lhes para fazerem um prédio. Os mais novos tinham que desenhar até ao sexto andar ( uma janela cada andar), os mais velhos tinham que desenhar até fazerem  10 andares.
Que aconteceu?

_ Os mais novos desenharam a casa com as seis janelas colocadas por ordem de altura.
-Os mais velhos foram desenhando janelas e quando o espaço em altura se esgotou voltaram abaixo e continuaram.   Ou seja, tínhamos 6 elementos organizados em altura, como o espaço se esgotou voltaram ao nível do primeiro e colocaram mais 4 elementos. Designaram cada janela como, primeira segunda terceira quarta quinta sexta. A que ficou ao nível da primeira continuaram a designar como sétima e por aí em diante. 
A situação acima descrita diz-nos que as crianças t6em noção de cardinal mas ainda existe algum confusão na ordem. A assimilação dos conceitos nem sempre é linear, Só podemos dizer que a criança assimilou quando faz a aplicação do conceito  através de situações váriadas. Por isso não concordar com a avaliação  de competêmcias obrigatória que temos que fazer trimestralmente nestas idades.