quinta-feira, 12 de março de 2015

Como vejo o meu pai, que sei dele. Termino das pinturas

Quinta feira dia 12

Hoje no planeamento combinámos como iamos gerir a vida na sala só com 1 adulto.

Cada criança deu o seu testemunho sobre o pai. A importância deste personagem na vida das crianças foi notória em todos. Dividiram-se depois as crianças em dois grupos. Um foi acabar as pinturas, outro foi fazer um registo sobre como vêm os seus olhos o pai.

Cada criança apresentou o seu trabalho ao grupo.

Estas atividades ocuparam bastante tempo, mais do que é normal numa atividade.

O tempo das atividades livres também chegou tendo as crianças cumprindo o combinado no primeiro momento do dia. 

 


quarta-feira, 11 de março de 2015

Prenda para os pais e lamentos

Quarta feira dia 11

 Da conversa da manhã todos adoram o pai. Houve uma criança que disse:
- A minha mãe vai ficar muito contente!
A educadora disse-lhe que a prenda era para o pai ao que a criança ripostou:
- Não faz mal, pode ser para o pai, mas a mãe também vai  ficar contente!!!.
Está bem!

Foi uma manhã sufocante.
Hoje o problema não foi das crianças mas do adulto.
Sinto que não consegui dar  resposta individualizada às crianças. Muita solicitação para recursos muito limitados. Idades muito diferentes ( nesta fase na maioria da situações, meses de diferença são notórios) capacidade de resolução muito diferentes.
Gostaria de, com cada criança,  explorar o seu potencial,  dar resposta aos seus interesses. Cada vez me sinto mais longe desta forma de estar. Sinto-me revoltada interiormente por querer fazer e não poder. Sinto que por muito que corra não encontro luz.
"Sem ovos não se fazem omeletes"dizem-me as pessoas mais próximas, mas eu tenho os ovos, o calor, a frigideira só me faltam as mãos para pôr tudo em ação!.
Desculpem os pais este desabafo. Vivemos entre dois mundos em que nos empurram de um lado para o outro como se fossemos joguetes. Uns já deram demais, outros  não têm que dar. Quem se terá lembrado de dividir uma casa a meio? Uma casa em que uns dão o pão outros decidem quem habita?
Senhores de gabinetes, burocratas que nunca entraram num jardim de Infância. Convidava-os a vir passar uns dias comigo. Sem flores à porta nem cafezinho. 
Continuarei amanhã com o registo do dia a dia dos vossos filhos.



terça-feira, 10 de março de 2015

Natação e termino dos registos

Terça feira dia 19

Hoje a natação correu muito bem, alguns meninos e meninas foram pela primeira vez e portaram-se lindamente!

O Miguel que tinha tido medo no última vez foi agora um campeão. O Dinis começou com receio mas depois descontraiu, o Rodrigo foi um herói. O Gonçalo Mauricio demonstrou uma independência excecional quer a vestir , quer a despir e não teve qualquer problema na piscina. 

Regressámos ao Jardim cansaditos e um pouco ensonados.

No período da tarde terminámos os registos da história e houve tempo para escolherem a atividade que queriam.

segunda-feira, 9 de março de 2015

A História "Dança que dança toca que toca". Muisca e musical.

Segunda feira dia 9

Depois da conversa da manhã, o musical chegou pé ante pé. Um coro que canta muito baixinho. E agora? como subo o volume a quem fala alto e canta baixo?

Chegou o Prof. Carlos e os ritmos continuaram.

Após o recreio, veio a história "Dança que dança toca que toca". História longa, com elementos divertidos. Os mais velhos assimilaram mais ou menos, os mais novos só a ultima parte.

Três irmãos de feitios diferentes fazem a história. 

Esperemos para ver como evolui.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Ainda o musical. Como passar uma cantiga de singular a plural? Afunda ou flutua?


Quinta feira dia 6

Depois das noticias do dia, fizemos um ensaio do nosso musical. Houve alterações nas personagens. Antes, tínhamos 1 elemento para cada personagem, agora temos 2 reis, duas rainhas, dois cozinheiros e 1 conselheiro. A cantiga passou a ser "Era uma vez dois reis com 1 grande barriguinha...
Os tempos verbais mudaram:
 isto diziam as rainhas
meio triste meias zangadas
mas os reis continuavam
Como se não fosse nada

bom dia senhores reis
vossas altezas são os maiores
os reis devem ser grandes
Se forem gordos 
Ainda melhor

Isto diziam os cozinheiros
Olhando os reis de alto a baixo
os reis que comam que comam
Querem lá perder o tacho...
 
Prosseguimos o dia com a atividade experimental  que se relaciona com a história do Vasco da Gama. O que flutua e o que afunda.
O que é flutuar?
O que afunda?
Que espécie de material afundou? ( madeira, esponja, metal, plástico).
Uma pedra grande afundou, colocámo-la depois dentro de uma caixa e fechámos a caixa. O que aconteceu?
- A caixa não afundou!!!!!!
Porquê?
Porque a caixa tinha ar e manteve-se a flutuar com a pedra dentro.. O mesmo acontece com as braçadeiras que os meninos põem nos braços quando vão à piscina. Foram estas as questões que se levantaram em frente do recipientes com água.

Eis alguns registos: