Janeiro
Quarta feira dia 22
Hoje o dia foi dedicado a registar situações vividas ( a dissolução) e criar o consultório do médico. Houve ainda tempo para a modelagem em barro, para a plasticina, para a pintura , para algumas crianças fazerem o livro de receitas do médico, para construções e para dramatização.
Vestimos o médico e fizemos um cartaz com um resumo do que temos falado sobre médicos. ( as imagens serão colocadas aqui amanhã)
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
"Eu sou médico a brincar"
Janeiro
Terça feira dia 21
Começo hoje este registo do dia por imagens:
Palavras para quê?
Como o exercício físico faz bem à saúde passámos à ginástica. A inspiração e a expiração foram os primeiros exercícios. Passámos a exercícios de coordenação motora geral abrir as pernas e braços e fechar, depois unir pernas e levantar braços / fechar pernas e baixar braços, cruzar braços e cruzar pernas, saltar em tesoura. Finalmente fazer pares e juntar o braço direito com o braço direito.
Vai surgir na nossa sala um espaço dedicado ao centro de saúde onde estará um "médico equipado" e um busto com todos os órgãos situados no tórax. Pretende-se que se viva aqui situações em que o médico represente o seu papel e o doente também. Os órgão servirão para que a criança se familiarize com o nome, e o posicionamento dos mesmos no nosso corpo.
Terça feira dia 21
Começo hoje este registo do dia por imagens:
Como o exercício físico faz bem à saúde passámos à ginástica. A inspiração e a expiração foram os primeiros exercícios. Passámos a exercícios de coordenação motora geral abrir as pernas e braços e fechar, depois unir pernas e levantar braços / fechar pernas e baixar braços, cruzar braços e cruzar pernas, saltar em tesoura. Finalmente fazer pares e juntar o braço direito com o braço direito.
Vai surgir na nossa sala um espaço dedicado ao centro de saúde onde estará um "médico equipado" e um busto com todos os órgãos situados no tórax. Pretende-se que se viva aqui situações em que o médico represente o seu papel e o doente também. Os órgão servirão para que a criança se familiarize com o nome, e o posicionamento dos mesmos no nosso corpo.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
"Eu sou médico a brincar..."
Janeiro
Segunda feira dia 20
Segunda feira dia 20
Um novo projeto iniciou esta semana.
" As profissões".
Começámos pelo médico. O que faz, como se veste? Porquê? , Que instrumentos usa? Onde trabalha? Que médicos conhecemos?
O corpo humano é um elemento de ligação a este assunto especifico. Que ouve o médico com o seu estetoscópio no nosso corpo? Onde se encontram estes órgãos?
Começámos pelo médico. O que faz, como se veste? Porquê? , Que instrumentos usa? Onde trabalha? Que médicos conhecemos?
O corpo humano é um elemento de ligação a este assunto especifico. Que ouve o médico com o seu estetoscópio no nosso corpo? Onde se encontram estes órgãos?
Foi projetado várias imagens com médicos em variadíssimas situações. A operar, a ver ouvidos, a ver bebés, a ver dentes etc. Conversámos sobre o que estávamos a ver. Aprendemos aqui que os médicos das crianças são os pediatras, os dos dentes os dentistas, os que tratam dos ouvidos e gargantas são os otorrinos, os que fazem operações são os cirurgiões. Fizemos uma rima a propósito deste profissional:
O Cirurgião faz a operação
Continuámos depois com atividades relacionadas como por exemplo a elaboração de fantoches que irão ser médicos e o registo do uniforme habitual do médico assim como o estetoscópio. Mais uma vez nesta atividade havia regras que consistiam no fazer o melhor que sabemos e, pintar com as cores que se enquadravam no uniforme do personagem real. A rotatividade entre atividades decorreu entre a pintura, os jogos, e o computador.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
troca troca troca.
Janeiro
Sexta feira dia 17
O dia hoje teve a continuidade do que me propus fazer e que já aqui ficou registado.
Os pequenos grupos foram organizados em função do interesse que tinham pela atividade a desenvolver. O limite de meninos em cada atividade foi " Imposto" pelo adulto mas a quantidade já tinha sido combinada entre todos.
Pretendi hoje que cada grupo se organizasse com ajuda do adulto, começasse a atividade, se empenhasse e a desse por finda com o arrumar dos materiais. A passagem para outra atividade, requeria uma troca com outro grupo ou criança.
O período da manhã correu bem, várias áreas e assuntos foram desenvolvidos. Na casinha, um grupo dos mais novos brincou sem se agredir, com papéis definidos e com a utilização cuidadosa dos objetos, tendo a supervisão da assistente. Mais uma vez pude observar que nem todas as crianças funcionam juntas numa atividade.Quantas vezes num grupo de 4 crianças 2 exploram saudávelmente os materiais e as outras duas destroiem. O olhar atento do adulto decidiu que estas últimas necessitam da presença do adulto permanente no desenrolar das atividades até adquirirem gosto e alguma responsabilidade pelo que fazem.
A mesa da pintura pode ser utilizada por duas crianças. Existem várias espessuras de pincéis que os mais velhos têm a obrigatoriedade de usar em função do que querem pintar e do espaço que querem cobrir. Os mais novos podem usar só uma até conseguirem ter um pensamento mais abrangente em que espaços maiores exige pincéis de dimensões diferentes . As cores secundárias passam a ser feitas pelos meninos de 4 e 5 anos.
Na modelagem as mãozinhas têm uma função muito importante, amassando a massa para depois a trabalhar com os apetrechos à disposição. Os mais velhos terão que trabalhar a massa de modo a ficar lisa, e moldável e daí construir o que entenderem. A arrumação é por cores.
Na representação gráfica aos mais velhos exigisse que quando a atividade é livre a tarefa tambem tem que ter empenho. Pintada e com elementos em relação ( por exemplo uma árvore não pode ser menor que uma flor ) sempre que possível
Hoje uma criança fez uma tarefa pedida pelo educador e ao lado do boneco que tinha recortado fez uma casa pequena. Perguntou o adulto: " Como pode entrar o teu boneco nesta casa?" diz a criança:
- Pode sim! a casa está longe e o menino está aqui. (queria dizer perto)...
Esta resposta mostra que a criança tem interiorizado o que é longe e perto, que o que está ao longe parece menor.
As construções a três dimensões não têm especificidade definida, cada criança deve usar a sua criatividade e respeitar o trabalho dos outros.
Foi assim que decorreu o dia. O tom de voz subiu mais no período da tarde. As atividades hoje propostas foram para os mais novos, o cumprimento das regras rigorosamente em duas atividades " brincar na casinha" e na construção de puzlles ( duas crianças diziam que não sabiam, não se esforçavam. Hoje foram de alguma forma " obrigadas" a descobrir com a educadora a junção das peças. No final gostaram e pediram para fazer outra vez).
Os meninos de 4 anos, fizeram a rotatividade de duas atividades. Depois, a tarefa proposta foi recortar uma imagem de pessoas vestidas para o frio ( cortar à volta da imagem), colar e fazer a casa da pessoa . Por último, definir a estação do ano em que a cena se passava.
Os meninos de 5 anos, fizeram rotatividade de atividades, sobretudo nos jogos sociais. A tarefa proposta pelo adulto foi escreverem o nome e o apelido.
Sexta feira dia 17
O dia hoje teve a continuidade do que me propus fazer e que já aqui ficou registado.
Os pequenos grupos foram organizados em função do interesse que tinham pela atividade a desenvolver. O limite de meninos em cada atividade foi " Imposto" pelo adulto mas a quantidade já tinha sido combinada entre todos.
Pretendi hoje que cada grupo se organizasse com ajuda do adulto, começasse a atividade, se empenhasse e a desse por finda com o arrumar dos materiais. A passagem para outra atividade, requeria uma troca com outro grupo ou criança.
O período da manhã correu bem, várias áreas e assuntos foram desenvolvidos. Na casinha, um grupo dos mais novos brincou sem se agredir, com papéis definidos e com a utilização cuidadosa dos objetos, tendo a supervisão da assistente. Mais uma vez pude observar que nem todas as crianças funcionam juntas numa atividade.Quantas vezes num grupo de 4 crianças 2 exploram saudávelmente os materiais e as outras duas destroiem. O olhar atento do adulto decidiu que estas últimas necessitam da presença do adulto permanente no desenrolar das atividades até adquirirem gosto e alguma responsabilidade pelo que fazem.
A mesa da pintura pode ser utilizada por duas crianças. Existem várias espessuras de pincéis que os mais velhos têm a obrigatoriedade de usar em função do que querem pintar e do espaço que querem cobrir. Os mais novos podem usar só uma até conseguirem ter um pensamento mais abrangente em que espaços maiores exige pincéis de dimensões diferentes . As cores secundárias passam a ser feitas pelos meninos de 4 e 5 anos.
Na modelagem as mãozinhas têm uma função muito importante, amassando a massa para depois a trabalhar com os apetrechos à disposição. Os mais velhos terão que trabalhar a massa de modo a ficar lisa, e moldável e daí construir o que entenderem. A arrumação é por cores.
Na representação gráfica aos mais velhos exigisse que quando a atividade é livre a tarefa tambem tem que ter empenho. Pintada e com elementos em relação ( por exemplo uma árvore não pode ser menor que uma flor ) sempre que possível
Hoje uma criança fez uma tarefa pedida pelo educador e ao lado do boneco que tinha recortado fez uma casa pequena. Perguntou o adulto: " Como pode entrar o teu boneco nesta casa?" diz a criança:
- Pode sim! a casa está longe e o menino está aqui. (queria dizer perto)...
Esta resposta mostra que a criança tem interiorizado o que é longe e perto, que o que está ao longe parece menor.
As construções a três dimensões não têm especificidade definida, cada criança deve usar a sua criatividade e respeitar o trabalho dos outros.
Foi assim que decorreu o dia. O tom de voz subiu mais no período da tarde. As atividades hoje propostas foram para os mais novos, o cumprimento das regras rigorosamente em duas atividades " brincar na casinha" e na construção de puzlles ( duas crianças diziam que não sabiam, não se esforçavam. Hoje foram de alguma forma " obrigadas" a descobrir com a educadora a junção das peças. No final gostaram e pediram para fazer outra vez).
Os meninos de 4 anos, fizeram a rotatividade de duas atividades. Depois, a tarefa proposta foi recortar uma imagem de pessoas vestidas para o frio ( cortar à volta da imagem), colar e fazer a casa da pessoa . Por último, definir a estação do ano em que a cena se passava.
Os meninos de 5 anos, fizeram rotatividade de atividades, sobretudo nos jogos sociais. A tarefa proposta pelo adulto foi escreverem o nome e o apelido.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Dissolução. Musica e formas
Janeiro
Quinta feira dia 16
Começámos o dia com a experiência agendada para a semana anterior mas que não foi possível fazer.
Esta atividade foi toda filmada e estará no canal Públia do meo em breve.
A questão de partida para fazer esta experiência baseava-se na seguinte questão: O que acontece ao açúcar quando o deitamos na água?
As sugestões foram variadas. Algumas crianças disseram que o açúcar ia derreter, outras, que se ia esconder e outras não arriscaram dizendo não saber.
- Da experiência pude observar que muitos não sabem o que é um copo meio de água (ficará para outra experiência).
Foi notório a diferença de interpretação dos várias grupos etários. Todos viram o mesmo. Quando o açúcar foi mexido, deixou de ser visível.Os meninos mais velhos disseram que não o viam, mas os mais novos afirmaram que estavam a vê-lo.
- Quando o açúcar desapareceu, o termo derreter continuou e a educadora colocou a questão se colocasse manteiga na água se ela derretia. Todos disseram que não, que precisava de calor.
Finalmente o Pedro Branquinho disse que o açúcar se tinha misturado com a água. A educadora aceitou a resposta e disse que se chamava dissolução.
A aula de música teve muito dinamismo. cantaram e dançaram!
Os meninos de 3 anos ainda organizaram todos os lápis por cores. Os de 4 anos fizeram formas iguais ás que estavam desenhadas no quadro, com pauzinhos de gelado. Os de 5/6 anos andaram a descobrir os "amigos" do 3 e 4 ( decomposição do numero três e do quatro como por exemplo 2 mais 1, 1 mais 1 mais 1 etc.).
Quinta feira dia 16
Começámos o dia com a experiência agendada para a semana anterior mas que não foi possível fazer.
Esta atividade foi toda filmada e estará no canal Públia do meo em breve.
A questão de partida para fazer esta experiência baseava-se na seguinte questão: O que acontece ao açúcar quando o deitamos na água?
As sugestões foram variadas. Algumas crianças disseram que o açúcar ia derreter, outras, que se ia esconder e outras não arriscaram dizendo não saber.
- Da experiência pude observar que muitos não sabem o que é um copo meio de água (ficará para outra experiência).
Foi notório a diferença de interpretação dos várias grupos etários. Todos viram o mesmo. Quando o açúcar foi mexido, deixou de ser visível.Os meninos mais velhos disseram que não o viam, mas os mais novos afirmaram que estavam a vê-lo.
- Quando o açúcar desapareceu, o termo derreter continuou e a educadora colocou a questão se colocasse manteiga na água se ela derretia. Todos disseram que não, que precisava de calor.
Finalmente o Pedro Branquinho disse que o açúcar se tinha misturado com a água. A educadora aceitou a resposta e disse que se chamava dissolução.
A aula de música teve muito dinamismo. cantaram e dançaram!
Os meninos de 3 anos ainda organizaram todos os lápis por cores. Os de 4 anos fizeram formas iguais ás que estavam desenhadas no quadro, com pauzinhos de gelado. Os de 5/6 anos andaram a descobrir os "amigos" do 3 e 4 ( decomposição do numero três e do quatro como por exemplo 2 mais 1, 1 mais 1 mais 1 etc.).
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